domingo, 23 de agosto de 2009

Raiva, riso.

Eu me arrumo, Eu me arrumo. Gentileza é meu sinônimo. E por bem ou pelo resto tomo rumo. Eu ajudo e me aprumo, é comum de mim a bondade. E eu vou... Soletrando: desilusão. Vivendo-a quase num mesmo tom musical.
Ironia diária da vida, ai vai. E sim, os mesmos – e melhores- nomes guardado. E como bom, me sobro e digo: masoquismo é só pra quem sabe onde mora o prazer próprio. – E o mesmo hipócrita rindo – e termino. Lê-se: raiva, riso.

sábado, 15 de agosto de 2009

Ariscar.

,Mais contentamento; às vezes parece que se vive disso. E o querer que se transforma, novamente, em lamento; como o levante que acaba cedo.
Não tenho muito aqui além de palavras. As entrelinhas que digam por mim, as partes sem destaque, o vazio de cada vacilo. Não tenho muito que dizer, nem pressinto; sinto, uma predileção chegando, sinto um sabor de céu chegando, sinto até que me prolongo muito por tão pouco. Agora já és belo, já és...
Mas eu como tolo quase declaro todo o secreto. Posso ser-me sincero? Já é meu inconveniente exposto e preferido risco.

Promessa.

É como se com ele me viesse um desprezo pelo resto. A gente nem aconteceu, nunca olho a olho. Contudo, tenho sim pelo mesmo aquele afeto. É como um jogo sem brinquedo; é como mexer no quase quieto. Mesmo curto aqui deixo minha promessa, meu pedido. A gente vai ser – cruza os dedos - ainda.