Não ando por amor, nem por nenhum “Deus me livre”.
É passo atrás de passo, A vida toda por mim.
Só fique a liberdade de rir, nesse jogo de cárcere.
É jogo atrás de jogo, A sorte toda por mim.
Oremos.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Novo.
Ainda ando tomando disposição pra enfrentar o mal. Eu mesmo sendo câncer também sou medo e a junção destes sentidos me faz mais forte. O meu lado benigno e maligno anda cada vez mais competitivo e a revolta faz parte do meu riso. Quando no hoje mora na consciência a raiva e eu sou só a predileção pela qual vivo. A guerra em mim é o que sou. O pão faz mais sentido e o queijo tem mais gosto, já notara que o café não é de meu agrado e as entrelinhas são mais amigas das minhas palavras. Pro que eu fui ando sendo herói e pro que serie cabe a ‘providência’. Hoje eu não choro se não rir, não gosto se desgostar e o prazer que mora em mim é tão cru e simples, claro-limpo, não puritano e contraditório que desse mesmo se faz o ato de esperança pro futuro. Hoje eu não sou; eu vou sendo. meu pré-futuro, pré-destino. E minha busca pelo mesmo fez desde abrigo o próprio abrigado. Hoje é meu peito quem bate mais forte sem sentido, o coração vai por assim me fazendo e o verbo que eu me torno ainda não foi escrito.
Antigo.
Trova da troca de lados. Não importa o que sou, mas sim. Eu não vou censurar sentimento; e partir por causas bestas; eu não vou me ser triste, não vou mentir a idade; não vou apagar o cigarro; não vou tomar café. E não importa o que sou, mas o que serei.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Ceticismo é sempre valido no meu hoje. Não tenho medo, tenho incerteza de estar sendo indecoroso, ou quase certeza e agonia – o que não muda grande coisa –. Quem sabe se hoje ainda eu viro bicho, a começar da barriga e ir seguindo pelos afins. Não, eu não sou bonzinho, mas muito me chama atenção ser digno. E se o custo pra isso for o assassinato da minha vontade, me jugo cúmplice e réu. Deixo-me vão pra o bem estar das maiores águas. Eu sofro por não ser mar, eu me perco por não ser coeso e ainda abrigo em memória do tal falecido . no dia que minha auto-suficiência chegar eu paro de tudo e concluo mas um óbito do que estou-me sendo e ainda assim espero que quando o mais previsível chegar eu me chamo: hipócrita. E deixo de ser meu peito batendo, e deixo ser um qualquer sentimento.
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