A parte mais forte de mim diz que antes de deitar nos braços de Morfeu, eu tenho que abafar toda poeira em mim levantada esses três últimos dias. Não descansei um minuto de mim mesmo, mas a sensação é de que preciso, antes de qualquer coisa, me assistir novamente só pra ver se eu não esqueci nada ou se não troquei as falas.
“Vontade de voltar a ter vontade de engolir o mundo, vontade de voltar a querer.”
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Ando rodeado de idas e vindas, to sentindo isso desde que ela chegou e agora quando ela partiu. Sinto que me distanciei de mim pra tentar viver o passado de nós dois. Aquela época gostosa de ingenuidade e intimidade que vai estar sempre aqui. Mas, agora eu acordei pra o presente, nesse primeiro adeus eu decidi voltar e tomar as rédeas.
Certo que não sei bem como ou quando vou tomar a primeira ação, até acho que o processo vai ser lento. Magoei muita gente nesse pouco tempo, me magoei nesse pouco tempo, Fuji de mim com covardia e só começo a me dar conta do meu tamanhozinho pra o problema gigantesco que eu causei hoje.
A pior parte dessa história toda foi ter ficado de cabeça baixa e não ter pedido desculpas, não tive nem coragem de pedir desculpas e agora eu nem sei como começar. Enfim! Não é hora de chorar pelo leite derramado. Agora eu tenho que seguir com a carvalização, é tempo de contar com a sorte e talvez nessa época de perdão as coisas se acertem por si só.
Por já, prometo uma coisa pra o grande Destino: vou apontar pra fé, destilar essa nova vontade, e amar cada cantinho do tempo do meu dia.
Certo que não sei bem como ou quando vou tomar a primeira ação, até acho que o processo vai ser lento. Magoei muita gente nesse pouco tempo, me magoei nesse pouco tempo, Fuji de mim com covardia e só começo a me dar conta do meu tamanhozinho pra o problema gigantesco que eu causei hoje.
A pior parte dessa história toda foi ter ficado de cabeça baixa e não ter pedido desculpas, não tive nem coragem de pedir desculpas e agora eu nem sei como começar. Enfim! Não é hora de chorar pelo leite derramado. Agora eu tenho que seguir com a carvalização, é tempo de contar com a sorte e talvez nessa época de perdão as coisas se acertem por si só.
Por já, prometo uma coisa pra o grande Destino: vou apontar pra fé, destilar essa nova vontade, e amar cada cantinho do tempo do meu dia.
sábado, 18 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
É muito estranha a sensação de beirar a insanidade que um sonho pode lhe trazer. Eu não sei se foi sonho puro, nirvana, se foi o que os espíritas dizem de sair do próprio corpo... Mas a verdade é que eu fui contemplado com a sensação de vôo, meio dormindo, meio acordado. Eu voei sentindo todos os ossos do meu corpo contra o vento, contra o ar. Desafiei o medo de cair e estive em pleno transporte, de olhos e consciência aberta. Abolindo a gravidade. E assim acabei de descobrir como eu quero passar o resto da viva.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
De ontem pra hoje eu tive grandes feitos. Eu perdi o medo, saí sozinho. Levantei a bandeira branca pra guerra em mim. Eu trocei Carnaval. E nisso tudo eu descobri um novo porto em mim, uma vontade grande ser cada vez mais quem eu estou me tornando. E por fim eu to num estado de paz alegórico. Parafraseando Alice: “Eu não sei pra onde minha vida vai, mas eu sei que ela é nova. E ela é outra.”
domingo, 12 de dezembro de 2010
Ultimamente eu tenho sentido como se o que tem dentro de mim quisesse sair das margens desse corpo. Ta sendo muito fácil oscilar entre ser gigante e ser milimétrico. O tempo então nem tendo falar. Quero tê-lo pra mim e não posso e apulso eu o tomo e fico inerte, sem tomar nota da vida que eu sinto que ta correndo de mim.
Agora pouco me veio um pensamento de um texto antigo, um questionamento pra mim mesmo: o que eu ando sendo? E com a demanda eu venho atribulado de decisões e respostas que só eu mesmo posso tomar. To voltando a viver de medo? Mas ninguém vive de medo se encara tudo, vive? E o mais engraçado é que eu não to triste.
Vontade de gritar. Vontade de amar. Vontade de correr, andar, sair de mim, voar. O porém é que talvez eu machuque alguém no meio da pista.
Agora pouco me veio um pensamento de um texto antigo, um questionamento pra mim mesmo: o que eu ando sendo? E com a demanda eu venho atribulado de decisões e respostas que só eu mesmo posso tomar. To voltando a viver de medo? Mas ninguém vive de medo se encara tudo, vive? E o mais engraçado é que eu não to triste.
Vontade de gritar. Vontade de amar. Vontade de correr, andar, sair de mim, voar. O porém é que talvez eu machuque alguém no meio da pista.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Vontade louca de estapear a pantera aqui dentro, cair de cara numa balada de música lisérgica e contemplar o amanhecer recifense com aquele sorriso velho de mesa de bilhar. Vontade de andar entre o nu poético daqui, a cidade sozinha e suas ruas despidas, ninando grunge pra todos aqueles que caçam o amor. Vontade de não sossegar e suscitar em mim, só em mim, como de costume.
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