quarta-feira, 7 de julho de 2010
Trago comigo, já a 13 anos, uma parte especial desse mundo. Esse é meu debito comigo mesmo pra amar, não que não seja querido esse amor, mas dele eu tenho a dose diária de dádiva divina. Dele se extrai a melhor parte de mim, o meu bocado doce, a minha vitalidade inocente e a melhor parte de toda minha juventude. Nele se mora o pra sempre, só pra mostrar como a parte sangue também é importante pra um coração pulsar. Disso que há em mim tem uma parte céu, tem minha grande sorte. Disso que a em mim também se tira um nome, mas não pense que esse nome é “amor”. Esse nome do meu amor é mais bonito que qualquer amor já visto, mas em quisto que qualquer amor querido, mas forte que qualquer paixão, mais sangue que qualquer família, mais irmão que qualquer irmão; meu amor vai além do amor e se chama Luísa. ♥
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Só por peripécia, sempre foi assim.
Vai o peito viu, preenche o agora em vão.
Esse meio mundo, esse meio de chão.
Qualquer coisa ausente é você pra lá.
Só por não saber, tenta aventurar.
Vai mais um sopro, dado vai rolar.
Esse meu Júpiter, esse seu Venus.
Qualquer coisa armada é você em mim.
Só por não saber, por não computar.
Vai de contra o tempo, saí por apelar.
Esse meu daqui, esse seu de lá.
Qualquer coisa paixão é você platônico.
Vai o peito viu, preenche o agora em vão.
Esse meio mundo, esse meio de chão.
Qualquer coisa ausente é você pra lá.
Só por não saber, tenta aventurar.
Vai mais um sopro, dado vai rolar.
Esse meu Júpiter, esse seu Venus.
Qualquer coisa armada é você em mim.
Só por não saber, por não computar.
Vai de contra o tempo, saí por apelar.
Esse meu daqui, esse seu de lá.
Qualquer coisa paixão é você platônico.
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