Só por peripécia, sempre foi assim.
Vai o peito viu, preenche o agora em vão.
Esse meio mundo, esse meio de chão.
Qualquer coisa ausente é você pra lá.
Só por não saber, tenta aventurar.
Vai mais um sopro, dado vai rolar.
Esse meu Júpiter, esse seu Venus.
Qualquer coisa armada é você em mim.
Só por não saber, por não computar.
Vai de contra o tempo, saí por apelar.
Esse meu daqui, esse seu de lá.
Qualquer coisa paixão é você platônico.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário