segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Se você parar pra ver que de um lado do tabuleiro estava o Tempo e do outro o Destino, você se dará conta de que o seu maior adversário era a junção das coisas mais contrárias à alegria: o seu medo, a distancia de si mesmo, a falta de vontade e o esquecimento do querer. Daí então o jeito de derrubar a peça-espelho exigi: amor e crença.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Foi lá que o amadurecimento se fez presente, não lembro qual o andar, mas foi lá. Regávamos o momento em sorrisos, etílico e cigarros e talvez que daí surgisse o romantismo, talvez que daí ficasse, mas ainda não veio o andar, o apartamento... Se bem que tudo se fez escuro até o primeiro despir de pudor, até o aconchego planar sobre nossos corpos nus, parentes, profissionais. A noite rolou assim, foi dispersando salivas e tragos que tudo se fez bonito e depois tudo ficou voraz, pele na pele, cru.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
“Esse é o preço da sua escolha maior, é a assim que se paga pelo que você chama de ‘eu interior’. Você escolheu ser a escória dessa sociedade, você escolheu essas grades. Agradeça a si mesmo pelo jeito que foi imposta essa vida, e se ainda não for homem o suficiente pra admitir que a culpa é só sua, culpe então qualquer coisa que você chame de Divindade. Se ainda nesse ser houver alguma crença, afinal não é possível ver qualquer vestígio de fé, qualquer que seja, em alguém que se julga assim, que faz disso um apego e um jeito de vida. Divindade alguma pode habitar-te pois em você a algo obscuro, sujo, maléfico aos bons costumes e a tudo que um ser humano normal acredita. Você é mal, você é sujo, o vilão de si mesmo por fazer disso uma vitória diária. Como você que faz disso uma sucesso com suas palmas a esses tratares indecentes, como você que ousa chamar isso de amor. Não está certo, não é certo amar, amar assim é um câncer, você é um câncer.” Lembrava assim o Garoto, ainda fazendo das palavras do Pai as mais educadas o possível, se possível.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Passei a perna no destino e ele levou um tombo grande quando viu o meu sorriso de agora. Tava todo galante, pagando de capitão e rindo a toa dos meus baques. Aí eu que não sou besta, nem nada, parei na frente dele ameaçando uma jogada graúda e quando ele achava que não, mostrei a carta mestra da mesa, a jogadeira da rodada.
Eu posso dizer que a ultima gota pra entornar o copo foi o amor, que sem pé nem cabeça, me veio do nada, o perigoso meu que chegou pronto pra botar a briga nos pares. O fiel companheiro de Carnavais costumeiros sussurrou o cheque nos meus ouvidos, aí pronto. Só ergui o meu riso acavalado e o destino, falido, teve que me trazer o mínimo dos bens amados, agora não sei se o jogo ta ganho, eu se ele só tava gasto.
Eu posso dizer que a ultima gota pra entornar o copo foi o amor, que sem pé nem cabeça, me veio do nada, o perigoso meu que chegou pronto pra botar a briga nos pares. O fiel companheiro de Carnavais costumeiros sussurrou o cheque nos meus ouvidos, aí pronto. Só ergui o meu riso acavalado e o destino, falido, teve que me trazer o mínimo dos bens amados, agora não sei se o jogo ta ganho, eu se ele só tava gasto.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A parte mais forte de mim diz que antes de deitar nos braços de Morfeu, eu tenho que abafar toda poeira em mim levantada esses três últimos dias. Não descansei um minuto de mim mesmo, mas a sensação é de que preciso, antes de qualquer coisa, me assistir novamente só pra ver se eu não esqueci nada ou se não troquei as falas.
“Vontade de voltar a ter vontade de engolir o mundo, vontade de voltar a querer.”
“Vontade de voltar a ter vontade de engolir o mundo, vontade de voltar a querer.”
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