Passei a perna no destino e ele levou um tombo grande quando viu o meu sorriso de agora. Tava todo galante, pagando de capitão e rindo a toa dos meus baques. Aí eu que não sou besta, nem nada, parei na frente dele ameaçando uma jogada graúda e quando ele achava que não, mostrei a carta mestra da mesa, a jogadeira da rodada.
Eu posso dizer que a ultima gota pra entornar o copo foi o amor, que sem pé nem cabeça, me veio do nada, o perigoso meu que chegou pronto pra botar a briga nos pares. O fiel companheiro de Carnavais costumeiros sussurrou o cheque nos meus ouvidos, aí pronto. Só ergui o meu riso acavalado e o destino, falido, teve que me trazer o mínimo dos bens amados, agora não sei se o jogo ta ganho, eu se ele só tava gasto.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário