Amanhã é um novo dia, assim seguira com a tristeza disfarçada de alegria. Vai abrir então sorrisos e internalizar todo rancor e princípios, todo lado que existir nessa história costumeira onde o maior personagem presente e a grade.
“dedos cruzados, amém.”
sábado, 19 de fevereiro de 2011
“Esse é o preço da sua escolha maior, é a assim que se paga pelo que você chama de ‘eu interior’. Você escolheu ser a escória dessa sociedade, você escolheu essas grades. Agradeça a si mesmo pelo jeito que foi imposta essa vida, e se ainda não for homem o suficiente pra admitir que a culpa é só sua, culpe então qualquer coisa que você chame de Divindade. Se ainda nesse ser houver alguma crença, afinal não é possível ver qualquer vestígio de fé, qualquer que seja, em alguém que se julga assim, que faz disso um apego e um jeito de vida. Divindade alguma pode habitar-te pois em você a algo obscuro, sujo, maléfico aos bons costumes e a tudo que um ser humano normal acredita. Você é mal, você é sujo, o vilão de si mesmo por fazer disso uma vitória diária. Como você que faz disso uma sucesso com suas palmas a esses tratares indecentes, como você que ousa chamar isso de amor. Não está certo, não é certo amar, amar assim é um câncer, você é um câncer.” Lembrava assim o Garoto, ainda fazendo das palavras do Pai as mais educadas o possível, se possível.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Passei a perna no destino e ele levou um tombo grande quando viu o meu sorriso de agora. Tava todo galante, pagando de capitão e rindo a toa dos meus baques. Aí eu que não sou besta, nem nada, parei na frente dele ameaçando uma jogada graúda e quando ele achava que não, mostrei a carta mestra da mesa, a jogadeira da rodada.
Eu posso dizer que a ultima gota pra entornar o copo foi o amor, que sem pé nem cabeça, me veio do nada, o perigoso meu que chegou pronto pra botar a briga nos pares. O fiel companheiro de Carnavais costumeiros sussurrou o cheque nos meus ouvidos, aí pronto. Só ergui o meu riso acavalado e o destino, falido, teve que me trazer o mínimo dos bens amados, agora não sei se o jogo ta ganho, eu se ele só tava gasto.
Eu posso dizer que a ultima gota pra entornar o copo foi o amor, que sem pé nem cabeça, me veio do nada, o perigoso meu que chegou pronto pra botar a briga nos pares. O fiel companheiro de Carnavais costumeiros sussurrou o cheque nos meus ouvidos, aí pronto. Só ergui o meu riso acavalado e o destino, falido, teve que me trazer o mínimo dos bens amados, agora não sei se o jogo ta ganho, eu se ele só tava gasto.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
A parte mais forte de mim diz que antes de deitar nos braços de Morfeu, eu tenho que abafar toda poeira em mim levantada esses três últimos dias. Não descansei um minuto de mim mesmo, mas a sensação é de que preciso, antes de qualquer coisa, me assistir novamente só pra ver se eu não esqueci nada ou se não troquei as falas.
“Vontade de voltar a ter vontade de engolir o mundo, vontade de voltar a querer.”
“Vontade de voltar a ter vontade de engolir o mundo, vontade de voltar a querer.”
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Ando rodeado de idas e vindas, to sentindo isso desde que ela chegou e agora quando ela partiu. Sinto que me distanciei de mim pra tentar viver o passado de nós dois. Aquela época gostosa de ingenuidade e intimidade que vai estar sempre aqui. Mas, agora eu acordei pra o presente, nesse primeiro adeus eu decidi voltar e tomar as rédeas.
Certo que não sei bem como ou quando vou tomar a primeira ação, até acho que o processo vai ser lento. Magoei muita gente nesse pouco tempo, me magoei nesse pouco tempo, Fuji de mim com covardia e só começo a me dar conta do meu tamanhozinho pra o problema gigantesco que eu causei hoje.
A pior parte dessa história toda foi ter ficado de cabeça baixa e não ter pedido desculpas, não tive nem coragem de pedir desculpas e agora eu nem sei como começar. Enfim! Não é hora de chorar pelo leite derramado. Agora eu tenho que seguir com a carvalização, é tempo de contar com a sorte e talvez nessa época de perdão as coisas se acertem por si só.
Por já, prometo uma coisa pra o grande Destino: vou apontar pra fé, destilar essa nova vontade, e amar cada cantinho do tempo do meu dia.
Certo que não sei bem como ou quando vou tomar a primeira ação, até acho que o processo vai ser lento. Magoei muita gente nesse pouco tempo, me magoei nesse pouco tempo, Fuji de mim com covardia e só começo a me dar conta do meu tamanhozinho pra o problema gigantesco que eu causei hoje.
A pior parte dessa história toda foi ter ficado de cabeça baixa e não ter pedido desculpas, não tive nem coragem de pedir desculpas e agora eu nem sei como começar. Enfim! Não é hora de chorar pelo leite derramado. Agora eu tenho que seguir com a carvalização, é tempo de contar com a sorte e talvez nessa época de perdão as coisas se acertem por si só.
Por já, prometo uma coisa pra o grande Destino: vou apontar pra fé, destilar essa nova vontade, e amar cada cantinho do tempo do meu dia.
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