terça-feira, 6 de outubro de 2009
Novo.
Antigo.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Raiva, riso.
Ironia diária da vida, ai vai. E sim, os mesmos – e melhores- nomes guardado. E como bom, me sobro e digo: masoquismo é só pra quem sabe onde mora o prazer próprio. – E o mesmo hipócrita rindo – e termino. Lê-se: raiva, riso.
sábado, 15 de agosto de 2009
Ariscar.
Não tenho muito aqui além de palavras. As entrelinhas que digam por mim, as partes sem destaque, o vazio de cada vacilo. Não tenho muito que dizer, nem pressinto; sinto, uma predileção chegando, sinto um sabor de céu chegando, sinto até que me prolongo muito por tão pouco. Agora já és belo, já és...
Mas eu como tolo quase declaro todo o secreto. Posso ser-me sincero? Já é meu inconveniente exposto e preferido risco.
Promessa.
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Incoerência, num todo.
Desabafar faz tanta parte de mim, é como o resto das sobras dos sentimentos ruins - que por acaso reprimem-se e transbordam quase que numa mesma hora- fossem embora, quase que todo. Talvez por isso seja esse regurgito mínimo constante.
Aos mares da minha incoerência, novamente, me pego. Eu tenho uma timidez trapaceira, mas tenho um desejo forte de atuar com uma astucia não própria (ou talvez que sim, depois de ser certo conforto).
Os falsos sorrisos, os vazios e as felicidades momentâneas. ‘’Eu não sou uma pessoa triste’’, fico me convencendo disso também por conveniência.
Quero girar o tabuleiro, roubar, trapacear com a vida. Admitir-me uma falsa felicidade que de tão fingida se faz minha e só minha. Alimentando só minha necessidade egoísta de cada dia.
Já me vem entrando a vida depois de tão pouco de desabafo e de tanta insanidade. É rápido, e ta sendo indolor. Agora, escrevendo e relendo cada pedaço, mudando.
E um ponto real: depois do desgosto vem o sabor, a raiva. Mas, não é raiva raiva. É só alegria crua.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Sobre o mar.
Quando eu cheguei, ela já dissera que o mar era sozinho. Retruquei dizendo que era onipotente, interdependente. Ela então concordou, paz tivemos. Então ela disse de novo o mar, chamou-o de sujo. Meu olhar morto brilhou dizendo que ele só ia de ser sujo sozinho, em particular, que era puro-limpo de tanta imensidão. Ela disse do mar, novamente, mas agora se via nele. Disse que quando chegasse lá estaria em fim.
O mar é forte, e interdependente. A menina era de fogo e já era o desejo de ser o mar. Vejo-a como um rubro peito a bater forte. E por assim, espero estar certo e perto. Como por agora, sentindo-a.
Há mais a dizer, mas levo como onda por agora, e deixo-o, o mar, e deixo-a.
Para [em parte por]: Tha.
O ganho.
Ele chegou pro outro e a exibiu.
O outro admirou, e exalou isso.
Ele agradeceu.
Ele disse que era o outro o papel.
E esse outro que sou eu, agora tem um vulcão.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Diálogo.
sábado, 11 de julho de 2009
Seco.
Por vez.
Me frustro comigo mesmo. Tenho medo? Quem não tem? E eu ainda que tenho medo de ter medo? Agora pronto. A vida desleixa como em um só gole. Como eu queria cachaça pra me afogar, pelo menos poderia ver o fundo do copo. Não quero ver o fundo do poço. Nem posso! E não sou de reclamar muito, mas me queixo. Eu que não sou de sofrer muito, me afundo. Quero um novo peito, esse velho já gastou. E o grito? Não chega até lá. Ia, ia... Queria musicar de novo a vida. Mas não posso, ou melhor, não consigo. É inconsistente o destino, que eu nem sei se existe. Então? Como eu me jogo? E eu que nunca gostei de jogo, perco. Então como me acabo? Mas, não pergunto por sofrer. Como me acabo de sentir? Eu quero o riso Iaiá. E quem seria ele e ela? Eu não sou de clichês, mas de cafonices. Acho bom mesmo sem muito amar, por isso minto desfaço o riso. É, eu que sei, é ridículo. E por que eu ainda escrevo? Só o que me importa é desabafar.
