sábado, 11 de julho de 2009

Por vez.

Me frustro comigo mesmo. Tenho medo? Quem não tem? E eu ainda que tenho medo de ter medo? Agora pronto. A vida desleixa como em um só gole. Como eu queria cachaça pra me afogar, pelo menos poderia ver o fundo do copo. Não quero ver o fundo do poço. Nem posso! E não sou de reclamar muito, mas me queixo. Eu que não sou de sofrer muito, me afundo. Quero um novo peito, esse velho já gastou. E o grito? Não chega até lá. Ia, ia... Queria musicar de novo a vida. Mas não posso, ou melhor, não consigo. É inconsistente o destino, que eu nem sei se existe. Então? Como eu me jogo? E eu que nunca gostei de jogo, perco. Então como me acabo? Mas, não pergunto por sofrer. Como me acabo de sentir? Eu quero o riso Iaiá. E quem seria ele e ela? Eu não sou de clichês, mas de cafonices. Acho bom mesmo sem muito amar, por isso minto desfaço o riso. É, eu que sei, é ridículo. E por que eu ainda escrevo? Só o que me importa é desabafar.

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