segunda-feira, 29 de novembro de 2010

É tão culpa do amor quanto minha. É a felicidade daqui, que veio da noite das folias, da boa companheira Daai e dos poucos pileques e semi-trepadas nas ruas, (gargalhadas fortes) prontamente desinibidas. Santo não somos, mas a maior parcela do crime, temos que combinar, veio da poética apaixonante e inebriante da cidade-ladeira. Todo aquele clima amarelo cintilante te abraçando rusticamente só pode ser tido como autor. Ou devo fazer réu a minha coragem adolescente e vontade inquietante de virar o mundo pro outro lado? Ontem eu gargalhei tão auto pro destino que ele resolveu contaminar as massas aos arredores, só pode. Ou como poderíamos explicar essa ondas pesadas de amor junto com essas continuas risadas abençoadas por uma sorte quase astrológica? A quem devemos culpar meus bens? O grande Destino sabe como é de agradecer cada surpresa-sorriso sua. Enfim sabemos que eu fui o inferno dos caretas, o filho pródigo dos lunáticos, eu fui o sem vergonha por trás do carro, eu fui e ando sendo feliz. Muito obrigado.

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