quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Só pode ser disso que eu vivo; esse meu apelo ao amor nosso de cada dia. Qualquer coisa flerte em mim é antidepressivo natural, um tapa na pantera negra que é a tristeza, o telecat vencedor do Wonderland, o mais deleitoso dessa vida. O mundo deveria começar a amar tudo, dos livros e amores às tapas do acaso ríspido, aí ninguém – como eu – teria as crises de desespero egoísta. Aí todo planeta deixava de ser babaca e a gente se acertava num sonho de Carnaval. Quem estiver comigo, brinde a um Brasil e mundo Carnavalizado multiamoroso. Já está aberto o braço para novos filhos da cultura da prosperidade amor. E um brinde a mim, que continuamente falo de mim na expectativa de um sorriso de quem lê. Um brinde a todo mundo que nunca poderá dizer “eu acho que já to pirando”, por que já nasceu pirado e historiam diários – assim como eu – pra desentulhar um pouco a imaginação.

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